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 No.12095

Baseado ministro.

Eu particularmente não conhecia o César Ranquetat. Recomendem pensadores e estudiosos brasileiros que os anões deveriam conhecer.

 No.12097

Baseado, ele escreve em algum lugar da internet?

 No.12098

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>Evola
>fascista
Não sei porquê me impressiono.

 No.12107

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Eu vejo que o Evola detestava a forma que Mussolini implantou o fascismo na Itália, porém era um fascista.

Nos ilumine, sabichão.

 No.12108

>>12107
Esqueci de quotar. >>12098

 No.12120

>>12107
Não sou o quotado e não cheguei a ler Evola ainda porque primeiro me preocupo com os fundamentos da filosofia ocidental, mas no meu entendimento ele não se encaixa na descrição de fascista que a turma do twister tenta empurrar pra cima de todo mundo. A visão de mundo dele girava em torno do Império Romano, e a noção de "imperium aristocrático" permeia praticamente todas as ideias dele. Basicamente, ele defendia a existência de uma classe nobre no topo da sociedade(nobre não só titularmente, mas principalmente espiritualmente). Seria mais preciso dizer que ele defendia um elitismo aristocrático, aristocracia essa na qual não se era possível ingressar apenas com dinheiro. Como essa turminha que caga em tudo e todos que não sejam bons goys tem zero bagagem intelectual, não conseguem compreender que alguém realmente pensasse assim, na cabeça deles o mundo se divide em uma dicotomia derivada de uma versão distorcida das diferentes facções da Segunda Guerra, nazistas/fascistas = vilões v.s. "nós, os bonzinhos"(opto por esse termo já que os soldados que compunham os Aliados na época seriam taxados de nazistas hoje em dia, mas quem importa de verdade eram os moedas controlando as marionetes).

 No.12127

Cesar Ranquetat Jr. tem algo publicado na editora da UFSM (Revista Sociais & Humanas) com o título LAICIDADE, LAICISMO E SECULARIZAÇÃO: DEFININDO E ESCLARECENDO CONCEITOS:

https://periodicos.ufsm.br/sociaisehumanas/article/view/773

Também é autor de 2 livros:

Laicidade à Brasileira: Estudo Sobre a Controvérsia em Torno da Presença de Símbolos Religiosos em Espaços Públicos

Este livro aborda um tema atualíssimo e controverso: a questão da laicidade estatal no Brasil, tomando como ponto de partida para a análise a polêmica em torno da presença de símbolos religiosos em espaços públicos. Para alguns agentes, a existência desses símbolos religiosos em órgãos públicos como escolas, universidades, hospitais, tribunais e parlamentos representaria uma ofensa ao princípio republicano e liberal de separação entre Estado e religião. A laicidade do Estado brasileiro estaria sendo violada na medida em que órgãos públicos ostentam símbolos e imagens de uma determinada religião. Por outro lado, os defensores da permanência dos símbolos religiosos reagem a essas demandas argumentando que a sua afixação é já parte de nossa tradição histórica, exprimindo a cultura cristã e católica de nosso país. O que parece estar em jogo nesses casos são diferentes definições e concepções de laicidade, bem como divergentes posicionamentos acerca do papel e do lugar da religião na vida social. Finalmente, esta obra, fruto de uma ampla pesquisa empírica e bibliográfica, almeja contribuir para a discussão acadêmica sobre esta tão candente e intrincada temática.

Da direita moderna à direita tradicional

O que realmente significa a direita? Qual o núcleo essencial de valores e princípios que a caracteriza? Quais as principais modalidades e tipos de direita? Quais são as suas origens históricas? O que fundamentalmente distingue a direita da esquerda? Por que a esquerda se opõe à visão de mundo e de homem da direita? O que é a direita tradicional? Essas são algumas das importantes questões que este livro procura responder. O trabalho ressalta e desvenda a dimensão simbólica, antropológica e metapolítica dessa categoria com a finalidade de recuperar o seu sentido originário e autêntico, resgatando-a de usos equivocados, estereótipos e deformações. Além disso, examina criticamente a chamada nova direita brasileira, apontando para os aspectos problemáticos e contraditórios presentes no discurso e nas idéias defendidas por essa vertente política. Com uma linguagem clara e de maneira didática, o autor realiza uma minuciosa análise conceitual e um estudo sistemático do universo de idéias da direita. Apoiando-se em farta bibliografia especializada, a obra intenciona lançar um pouco de luz e suscitar um debate mais amplo e sério sobre essa controversa temática. Cesar Ranquetat Jr Graduado em Direito, Mestre em Ciências Sociais pela PUC-RS e Doutor em Antropologia Social pela UFRGS. No 1º semestre de 2018 realizou estágio de pós-doutorado na Universidade Pontifícia Comillas de Madri-Espanha, com a orientação do professor e jurista Miguel Ayuso. Atualmente é professor na área de Ciências Humanas na Universidade Federal do Pampa/Campus Itaqui-RS. Possui artigos acadêmicos e capítulos de livros publicados sobre temáticas vinculadas à relação entre Estado e religião, laicidade, secularismo e religiões seculares. Além disso, tem escrito textos para jornais, revistas e blogs nacionais e internacionais sobre questões diversas como cultura, política, educação e modernidade. É autor do livro Laicidade à brasileira: estudo sobre a controvérsia em torno da presença de símbolos religiosos em espaços públicos, publicado em 2016.

 No.12128

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>>12127
Tem mais alguns vídeos interessantes no JewTube: O Brasil diante da atual desordem global - Com Cesar Ranquetat Jr., canal de autoria de Lucas Mendes, encontrei esse sujeito quando estava pesquisando sobre filosofia, ele é aparentemente Olavete assim como eu.

Segundo vídeo: Da Direita Moderna à Direita Tradicional - Entrevista com Cesar Ranquetat Jr.

https://www.youtube.com/watch?v=Kag5RCrkhMk

 No.12129

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Eu, Cesar Alberto Ranquetat Júnior, esclareço que a matéria divulgada no site da revista Época pelo jornalista Guilherme Amado é parcialmente falsa, injuriosa e difamatória.

Na matéria, o jornalista informa que fui convidado pelo ministro Ernesto Araújo para participar de uma banca no Itamaraty em virtude de ter feito uma fala em um evento na Argentina (em 2014) sobre o filósofo italiano Julius Évola, associado com o fascismo na Itália. Claramente, o texto tenta forçar uma aproximação minha e do ministro Ernesto Araújo com o movimento fascista.

Em primeiro lugar, esclareço que fui realmente convidado – com muita honra - para participar de uma banca examinadora de tese de doutorado no Itamaraty. Essa informação é pública e consta no Diário Oficial da União. Ela foi assinada pelo ministro porque esse é o processo. Porém, trata-se de simplesmente uma atividade acadêmica, profissional e de rotina na vida de professor universitário, minha profissão.

Em segundo lugar, fui convidado a participar deste evento acadêmico em razão da minha qualificação como pesquisador na área das relações entre estado e religião, temas que desenvolvi tanto no meu mestrado quanto no meu doutorado. Minha tese, inclusive, obteve nota 10,0 e foi publicada como livro, intitulado Laicidade à brasileira. Além disso, tenho desenvolvido trabalhos na área de antropologia e sociologia da religião, tenho outros dois livros publicados (Da direita moderna à direita tradicional e Ensaios antimodernos), e também diversos artigos científicos na área. O convite, portanto, não tem qualquer tipo de relação com questões de ordem política e/ou ideológica.

Porém, afirmar que o convite foi feito com base em uma fala feita em um evento é, no mínimo, desconhecimento por parte do autor da matéria sobre como funciona a seleção de bancas de doutorado nas universidades e também no Instituto Rio Branco - feita por proximidade de área e qualificação intelectual. O autor infere que uma fala seja motivo para ser convidado para uma banca de defesa de doutorado, acreditando que a mesma tenha o mérito de uma tese, livros ou artigos científicos publicados, deixando claro seu desconhecimento sobre a hierarquia dos critérios de qualidade acadêmica e científica. Ainda, ao sugerir que o convite foi feito com base em uma fala, desqualifica as próprias autoridades responsáveis pelo convite.
Além disso, como sociólogo e estudioso das ciências humanas, tenho como obrigação intelectual estudar e compreender todos os tipos de autores e ideologias relacionados com o tema de estado e religião. Mesmo que tivesse estudos aprofundados na área do fascismo (os quais não tenho), isso faz parte da atividade intelectual de um professor da área de ciências humanas.

Acredito que tenha sido um engano, que o jornalista tenha feito uma pesquisa superficial sobre o assunto e também sobre a minha produção acadêmica e intelectual e que em breve fará uma retratação pelo equívoco no conteúdo da sua matéria.


Atenciosamente,

Cesar Alberto Ranquetat Júnior

 No.12134

>>12129
>e que em breve fará uma retratação pelo equívoco no conteúdo da sua matéria.
Mesmo que faça, o que eu acho improvável, isso mudará pouca coisa. Jornalistas vivem de escândalos, por mais infundados que sejam, e agora que já deram desculpas pros sujeitos de sempre armarem um barraco a merda está feita. Mesmo que chovam provas contrárias ao que o autor da matéria alegou, sempre haverá aqueles que dirão "Mas não interessa que provaram ele errado! Onde tem fumaça tem fogo, viu?"
Essa corja é uma raça nojenta e sempre vai arranjar um jeito de encher o saco.

 No.12139

>>12107
Evola era tradicionalista i.e. ele queria um retorno ao modelo tradicional de estados pagãos (como Roma) e também se baseava em hinduísmo e etc. Ele não era fascista pois considerava o fascismo como uma doutrina moderna (inspirada no iluminismo), tanto que tem um livro criticando o fascismo e um criticando o Nacional-Socialismo.
Se quer um exemplo melhor seria como dizer que o Kogos e o Olavo de Carvalho são a mesma coisa por serem "conservadores capitalistas".

 No.12183

>>12139
Cara, eu sempre tive certeza que Evola era realmente fascista. De onde vem isso?

 No.12206

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>>12183
Evola era um pensador fora da caixa e não era marxista.

Aproveitaram o fato de ele não ser um completo opositor do fascismo e o taxaram de fascista, fazendo com que menos pessoas se interessassem pelo seu trabalho. Pelo menos eu penso que seja isso.

 No.12226

>>12183
É só um rótulo. Evola era um aristocrata.

 No.12309

>>12128
Obrigado, anão. Assistirei.

 No.12328

Imagina quando eles souberem que um dos maiores filósofos existencialistas da modernidade (ou pós-modernidade) era um membro do partido nazista e odiava judeus.

 No.12347

>>12328
Heidegger?

 No.12370

>>12129
Um belo exemplo de decoro, falou até mentiras ("Acredito que tenha sido um engano, que o jornalista tenha feito uma pesquisa superficial sobre o assunto e também sobre a minha produção acadêmica e intelectual e que em breve fará uma retratação pelo equívoco no conteúdo da sua matéria.") para ser educado. Um doutor em ciências humanas realmente acredita na idoneidade midiática? Digno de risada.

 No.12392

>>12128
Baseadíssimo. Gostei.

 No.12471

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>>12328
>>12347

"Qualquer um pode atingir seu potencial completo, quem nós somos pode ser predeterminado, mas o caminho que seguimos é sempre de nossa escolha. Nós nunca devemos permitir nossos medos ou expectativas de outrem definirem a fronteira de nosso destino. Seu destino não pode ser mudado, mas pode ser desafiado. Todo homem nasce como muitos homens, mas morre de uma forma única." - Heidegger

 No.12619

>>12328
>Imagina quando eles souberem que um dos maiores filósofos existencialistas da modernidade (ou pós-modernidade) era um membro do partido nazista e odiava judeus.
O Heidegger não se descrevia como existencialista, as suas investigações se orientavam em desvelar o sentido de ser. Ademais, ele não odiava judeus, Ser & Tempo foi dedicado a Husserl e ele foi amante de Hannah Arendt. Por fim, ele se desiludiu com o Nacional-Socialismo, os Cadernos Negros são uma crítica da modernidade, que inclui também a Alemanha Nazista, pois até mesmo a terceira posição é prole do iluminismo. O irônico é que todos esses mitos são difundidos pela mídia anglo-sionista.

 No.12630

>>12370
Ele deu uma saída pro jornalista não ter que criticá-lo ainda mais ou por outro motivo apenas para justificar a matéria anterior.



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